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Cresce o número de mulheres na aviação brasileira

Mulheres aviadoras tem a missão não apenas de aprender e colocar em prática todos os ensinamentos adquiridos por ela em relação ao seu meio aeronáutico, mas atualmente elas têm a missão de provar para um todo que são capazes de terem a responsabilidade de pilotar uma aeronave.

Bem, como todos já sabemos, as mulheres andam conquistando cada vez mais o seu espaço no mercado de trabalho e não poderia ser diferente em relação à aviação.

Nas mais de cinco salas de aula da graduação de Aviação Civil em Brasília, podemos dizer que exista uma boa porcentagem de garotas que sonham em conquistar os seus postos de comandantes.

Não muito diferente dos homens, elas levam a sério o assunto “Aviação” e sabem discutir a respeito do assunto. Mas não é de hoje esse envolvimento feminino na área, claro que houve um crescimento considerável, mas voltando um pouco ao passado já podemos observar que a figura feminina já estava presente no meio aeronáutico.

Quem não conhece a famosa Amelia Earhart, a primeira que realizou um voo solo e transoceânico; Hanna Reitsch, a famosa piloto de testes da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial, sendo a primeira no mundo nessa modalidade; ou a nossa brasileira Ada Rogato que foi a primeira no Brasil a obter a licença de piloto de planador e de paraquedista e a foi a terceira em tirar o brevê para categoria de pilotagem de aeronaves.

Anésia Pinheiro Machado também deixou a sua marca feminina na história da aviação, sendo a segunda a tirar seu brevê e, Lucy Lúpia a primeira comandante da aviação comercial brasileira. Claro que houve outras, tão importantes quantos as citadas acima.

Em 2009, os números de licenças emitidas para piloto privado em relação às mulheres foram de 35 licenças, já em 2010 subiu para 56 e em 2011 para 44. O mesmo ocorreu com as licenças para piloto comercial, em 2009 foram 8, em 2010 subiu o número para 24 e em 2011 houve uma pequena queda deixando na marca de 19 licenças.

Atualmente não é difícil encontrar uma mulher em algum aeroclube do país realizando suas horas de voo, mas infelizmente ainda existe pouco conhecimento para elas. Como assim pouco conhecimento? Muitas imaginam a profissão como algo restrito para homens e que seja algo muito difícil e complexo (claro que sim), mas como tudo se resolve e pode ser entendido a partir da determinação em relação aos estudos, é um dos obstáculos menos importantes para quem pretende ingressar na carreira. O que anda ocorrendo muito na área são as mulheres que já estão realizando um curso como de Comissário de Bordo e resolvem prolongar seus estudos partindo para uma graduação superior na área ou apenas o curso de PP (Piloto Privado) e PC (Piloto Comercial) nos aeroclubes.

Algumas iniciativas, inclusive de empresas aéreas nacionais, fazem chegar à população a imagem da mulher em um cockpit de uma forma mais natural. Os passageiros no início estranham, para quem não estar acostumado deve achar anormal ou até mesmo ousado, mas logo percebem que a diferença de um voo em relação ao comandante, sendo ela ou ele, é imperceptível.

A mulher aviadora tem a missão não apenas de aprender e colocar em prática todos os ensinamentos adquiridos por ela em relação ao seu meio aeronáutico, mas atualmente elas têm a missão de provar para um todo que são capazes de terem a responsabilidade de pilotar uma aeronave. Com o tempo ela vai conquistando seu espaço provando a todos que podem ser eficientes profissionalmente e além de tudo, mulheres femininas e delicadas como sempre foram, trazendo mais beleza para os cockpits mundo a fora.
Fonte: www.canalpiloto.com.br

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